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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
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" Será que nós voltaríamos ser nós mesmos depois disso? Será que não seríamos vencidos pelo constrangimento que instalará quando nos silencíassemos? Ou no silêncio que se formará na volta para casa, nas andanças na rua, na subida do elevador e na solidão da sala, quando estivermos entregues ao eco da memória, pinçando no subconsciente as possibilidades mais remotas que da desconfiança evoluirá para venenos fatais? Quando eu desanimo a Giger diz. “as palavras não ditas fazem mais estragos.” Ela tinha razão, como sempre. Mas o processo de cura era assim tão doloroso? Era preciso virar, revirar e virar de novo? Partir, consertar, partir e consertar de novo? Por um momento, eu juro, desejei que o namoro tivesse terminado hoje de manhã. Não, não é por causa da responsabilidade. E sim, porque durante a conversa me deparei com a terrível verdade e o patético resumo da minha vida amorosa. Tudo isso me doia e era difícil porque eu não estava pronto para o amor. Eu não estava preparado para o amor. Aos 13 anos eu não estava preparado para o amor. Aos 17, eu não estava preparado para o amor. Aos 20, aos 23, eu não estava preparado para o amor. Agora aos 29, eu não estava preparado para o amor. Aos 30, 35, 40 talvez eu não esteja preparado para o amor. Talvez, eu nunca esteja preparado para o amor. "
Créditos: Marcelo H.
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quinta-feira, 14 de julho de 2011
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Sem promessas, desculpas ou sonhos... apenas palavras.
Não que eu tenha deixado de acreditar nos sonhos, ou na importância destes. Pelo contrário. Eu ainda sonho, sempre, todos os lugares. Mas, uma vez um amigo me disse: "sonhos são apenas sonhos... e a realidade é a realidade" !
E eu entendi, entendi muitas coisas, encontrei muitas respostas. Agora, só ando esperando meu velho amigo tempo vir e mudar todas as perguntas. Agora, em um desses momentos onde tudo me parece sóbrio as palavras se encaixam. Agora, tudo parece mais claro, tudo se encaixa.
Os sentimentos, as perguntas, a vida, o tempo, as palavras e até os sonhos. Agora, nesses poucos momentos em que as coisas parecem ter o seu lugar eu acredito que encontrei o meu. É bem aqui, sempre foi. Errando e Aprendendo. Indo pelos caminhos certos e errados para chegar até onde eu cheguei.
Mudando, aprendendo, vivendo, acreditando, sonhando. Apesar de por poucos segundos achar que o último foi perca de tempo. Porque? Eu me olho no espelho agora. Eu consigo ver alguém além dele. E eu nunca, jamais, ousaria sonhar com isso. E, isso é a realidade. E é melhor, bem melhor que qualquer sonho.
Mas, eu não consigo deixar de sonhar. Eu vou sonhar sempre, os mesmos sonhos, sempre. Sonhar com o que eu queria antes, com o que eu quero agora, e com o que eu vou querer um dia. Sonhar em realizar esses sonhos. Sonhar com sonhar mais. Mas, agora eu vou viver também. Não a vida que eu sonhava antes, mais essa que eu vivo agora.
Acreditar de novo nos sentimentos, sentir mais uma vez. Sonhar com o amor, sonhar em amar. Sonhar e realizar.
Sem promessas, desculpas ou ilusões... apenas sonhos e a realidade.
Ah, e claro... as palavras. Eu não consigo sem as palavras.
Não que eu tenha deixado de acreditar nos sonhos, ou na importância destes. Pelo contrário. Eu ainda sonho, sempre, todos os lugares. Mas, uma vez um amigo me disse: "sonhos são apenas sonhos... e a realidade é a realidade" !
E eu entendi, entendi muitas coisas, encontrei muitas respostas. Agora, só ando esperando meu velho amigo tempo vir e mudar todas as perguntas. Agora, em um desses momentos onde tudo me parece sóbrio as palavras se encaixam. Agora, tudo parece mais claro, tudo se encaixa.
Os sentimentos, as perguntas, a vida, o tempo, as palavras e até os sonhos. Agora, nesses poucos momentos em que as coisas parecem ter o seu lugar eu acredito que encontrei o meu. É bem aqui, sempre foi. Errando e Aprendendo. Indo pelos caminhos certos e errados para chegar até onde eu cheguei.
Mudando, aprendendo, vivendo, acreditando, sonhando. Apesar de por poucos segundos achar que o último foi perca de tempo. Porque? Eu me olho no espelho agora. Eu consigo ver alguém além dele. E eu nunca, jamais, ousaria sonhar com isso. E, isso é a realidade. E é melhor, bem melhor que qualquer sonho.
Mas, eu não consigo deixar de sonhar. Eu vou sonhar sempre, os mesmos sonhos, sempre. Sonhar com o que eu queria antes, com o que eu quero agora, e com o que eu vou querer um dia. Sonhar em realizar esses sonhos. Sonhar com sonhar mais. Mas, agora eu vou viver também. Não a vida que eu sonhava antes, mais essa que eu vivo agora.
Acreditar de novo nos sentimentos, sentir mais uma vez. Sonhar com o amor, sonhar em amar. Sonhar e realizar.
Sem promessas, desculpas ou ilusões... apenas sonhos e a realidade.
Ah, e claro... as palavras. Eu não consigo sem as palavras.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Paixão ?
Paixão é euforia, amor é calmaria. Paixão é rápida, amor é duradouro. Paixão é súbita, amor é progressivo. Paixão é agressiva, amor é delicado. Paixão é vendaval, amor é brisa. Paixão destrói, amor constrói. Paixão vinga, amor perdoa. Paixão é doença, amor é saúde. Paixão é dor, amor é alívio. Paixão é dúvida, amor é certeza. Paixão é loucura, amor é cura!
e eu ainda quero a cura desse amor .
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Quando se gosta de alguém, so se enxerga aquela pessoa. Perde-se a visão e nada nem ninguém mais no mundo importa. Eu fiquei cega por um bom tempo, e acho que continuo de algumas maneiras.
sábado, 6 de novembro de 2010
Não goste do amor, goste de alguém que te espere no final, de alguém que sofra contigo e te faça sentir bem, de alguém que finja de entender quando ninguém mais o fizer e que fique do seu lado quando tudo não parecer fazer sentido, goste de alguém que goste de você, de alguém que te abrace quando for isso que você precisar, de alguém que fique do seu lado apenas pelo prazer de ficar ao seu lado, de alguém que segure sua mão e abra os braços quando você se aproximar. de alguém que te ame de verdade!
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amor
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
- E não importa o quanto os dias sejam perfeitos, eles sempre vão acabar. - ela insistia.
- Não sei o que você quer dizer.
- Um dia ou outro vocês dois já nem se reconheceram mais.
- Impossível!
- Você sabe que não é, sabe que vai acontecer.
- Pode até acontecer de não dar certo, de acabar, dele se apaixonar e ela sentir o mesmo. Deles irem embora e ficarem juntos, serem felizes. Eu espero que ele seja feliz, é isso que importa. Mais eu vou me lembrar dele pra sempre.
- E se acontecer com você? E se você for embora?
- A imagem e o arrepio que sinto quando lembro do toque dele virão junto, eles sempre vem.
o amor de verdade não tem despedida ♪
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Parte II
Mas não foi isso que a convenceu de que chegaria seu fim, e sim os sinais. No sonho Natalie acordava e encontrava uma pedra preta caída no chão, e ela encontrou. Na cozinha derramava leite com café em sua roupa e mesmo não tendo tomado, seu pai deixou o copo cair. No banho esgorregava no tapete e acontecia mais uma sucessão de coisas, e todas aconteciam, não nessa ordem, mais aconteciam, mesmo que Natalie fizesse de tudo para impedir.
A noite Natalie foi ao encontro de Bryan e ao inves de subir para a torre, Natalie tentava inultimente convencer Bryan a ir para casa; mais ele queria mesmo que a noite fosse especial. Foram para a ponte perto do rio. Natalie sabia que aconteceria, Bryan segurou sua mão e o homem apareceu; ela fechou os olhos e ouviu os passos, e o tiro. Natalie abriu os olhos e Bryan estava no chão. Ela se agachou e tocou em seu bolso, pegou o anel e começou a chorar.
- Bryan, fale comigo.
- E-eu amo você.
E foram as últimas palavras dele.
Você está preparada para o seu futuro?
Vale a pena tentar.
A noite Natalie foi ao encontro de Bryan e ao inves de subir para a torre, Natalie tentava inultimente convencer Bryan a ir para casa; mais ele queria mesmo que a noite fosse especial. Foram para a ponte perto do rio. Natalie sabia que aconteceria, Bryan segurou sua mão e o homem apareceu; ela fechou os olhos e ouviu os passos, e o tiro. Natalie abriu os olhos e Bryan estava no chão. Ela se agachou e tocou em seu bolso, pegou o anel e começou a chorar.
- Bryan, fale comigo.
- E-eu amo você.
E foram as últimas palavras dele.
Você está preparada para o seu futuro?
Vale a pena tentar.
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Parte I
Era um dia normal na casa da família Bitencourt, exceto por uma coisa : Natalie, a filha mais velha, iria morrer; e sabia disso!
Tudo começou naquela noite, com um sonho estranho e perfeitamente nítido que Natalie teve.
No sonho, seu namorado Bryan comprava um anel, um anel de noivado com um traço de ouro fino e um diamante grande e polido bem no centro e levava para casa dentro de uma caixinha de veludo vermelha para dar a Natalie quando eles se encontrassem a noite. Natalie estava sentada no centro da cidade esperando com um vestido rodado e um grande sorriso no rosto...
... - Para onde vamos?
- Tenho uma surpresa para você e quero que seja um dia especial.
- O que é ?
- Boa tentativa Natalie.
Eles se abraçaram, o anel queimava no bolso de Bryan. Ele havia deixado a caixinha em casa, para que Natalie não pudesse senti-lá caso o tocasse. Atravessaram a rua e foram para a Torre, o principal ponto turístico da cidade e lugar preferido do casal. Subiram as escadas e ficaram lá em cima, vendo as luzes da cidade e o grande movimento de carros e turistas com mapas e cameras abaixo deles.
Era o momento e o lugar perfeito, Bryan pegou a mão de sua futura noiva e começou a falar, até que apareceu um homem, segurava uma arma e usava um capuz preto, ele tremia e mesmo vendo apenas os olhos do assaltante, logo assassino, Natalie via que ele estava com medo e muito nervoso.
- Calma. - Bryan disse apertando Natalie e levantando a mão.
- Dinheiro, eu só quero o dinheiro e ninguém se machuca.
- Eu vou pegar, não precisa atirar.
Atrás do homem, vinha subindo mais um casal, e enquanto Bryan tirava a carteira do bolso, em uma fração mínima de segundos a arma disparou e o homem correu. Bryan só conseguiu ver Natalie sangrando e nesse exato momento a mesma acordou.
Tudo começou naquela noite, com um sonho estranho e perfeitamente nítido que Natalie teve.
No sonho, seu namorado Bryan comprava um anel, um anel de noivado com um traço de ouro fino e um diamante grande e polido bem no centro e levava para casa dentro de uma caixinha de veludo vermelha para dar a Natalie quando eles se encontrassem a noite. Natalie estava sentada no centro da cidade esperando com um vestido rodado e um grande sorriso no rosto...
... - Para onde vamos?
- Tenho uma surpresa para você e quero que seja um dia especial.
- O que é ?
- Boa tentativa Natalie.
Eles se abraçaram, o anel queimava no bolso de Bryan. Ele havia deixado a caixinha em casa, para que Natalie não pudesse senti-lá caso o tocasse. Atravessaram a rua e foram para a Torre, o principal ponto turístico da cidade e lugar preferido do casal. Subiram as escadas e ficaram lá em cima, vendo as luzes da cidade e o grande movimento de carros e turistas com mapas e cameras abaixo deles.
Era o momento e o lugar perfeito, Bryan pegou a mão de sua futura noiva e começou a falar, até que apareceu um homem, segurava uma arma e usava um capuz preto, ele tremia e mesmo vendo apenas os olhos do assaltante, logo assassino, Natalie via que ele estava com medo e muito nervoso.
- Calma. - Bryan disse apertando Natalie e levantando a mão.
- Dinheiro, eu só quero o dinheiro e ninguém se machuca.
- Eu vou pegar, não precisa atirar.
Atrás do homem, vinha subindo mais um casal, e enquanto Bryan tirava a carteira do bolso, em uma fração mínima de segundos a arma disparou e o homem correu. Bryan só conseguiu ver Natalie sangrando e nesse exato momento a mesma acordou.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O amor
Chega um dia em que conhecemos uma pessoa, dividimos com ela a nossa história, nosso tempo, nosso sentimento. Ela te fala coisas bonitas, e vive dizendo que te ama e que a vida sem você nem faria mais sentido. Passa um tempo, uma fase, um desgaste e você descobre que tudo não passou de ilusão, e promessas de amor em vão. Acontece com todo mundo, sempre vai acontecer. Daí começamos a inventar desculpas pra curar a dor e o vazio. Motivos pra saber o que destruiu o amor. Mais a verdade é que não existem motivos. Só não era amor. Porque o amor de verdade é indestrutível e nada nem ninguém vai destruir.
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Não é irónico? Nós ignoramos quem nos adora e adoramos a quem nos ignora; amamos aqueles que nos machucam e machucamos aqueles que nos amam...
Desculpem pelas teias de aranha no blog , to sem internet . Semana que vem provavelmente volto a postar normalmente.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Você só fechou os olhos.
Você abre os olhos segundos depois e nada está certo; você descobre que as oportunidades que você deixou passar nunca vão voltar e seu mundo para de fazer sentido, no mesmo momento em que você acorda e descobre ter outra em seu lugar. Outra fazendo sorrir o que agora seria seu. Você abre os olhos e tudo mudou, as histórias, as razões. Você só fechou os olhos, tentando refletir, pensar, entender e quando abriu era tarde demais. Acabou, ele venceu. Seus sentimentos estão cortados e seu coração ferido, você pode sentir. Você só fechou os olhos, e quando abriu, já não tinha mais nada ali.
O tempo é a melhor solução quando não resta mais nada a fazer, a não ser esperar ele passar.
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domingo, 8 de agosto de 2010
Pai
Pai, pode ser que daqui algum tempo, haja tempo pra gente ser mais, muito mais que dois grandes amigos, pai e filha talvez. Pai, pode ser que daí você sinta, qualquer coisa entre esses vinte ou trinta, longos anos em busca de paaaz. Pai, pode crer, eu tô bem, eu vou indo; tô tentando, vivendo e pedindo, com loucura pra você renasceer, êeer. Pai, eu não faço questão de ser tudo, so não quero e não vou ficar mudo, pra falar de amoor, pra vocêeêe! ♪
Pode ser que daqui algum tempo, eu escolha alguns caminhos que não vão agradar a todos. Pode ser que eu desaponte você muitas, e muitas vezes. Mais desde pequena eu vejo você lutar, correr e alcançar tudo que você deseja, e mesmo que não alcance, eu nunca o vi desistir. E essa foi uma de todas as coisas que eu puxei de você. Sempre que alguma coisa é importante pra você, você luta por ela; e no seus atos você me ensinou isso. Me ensinou a nunca desistir, me ensinou a sempre escolher o caminho que mais te agrada mesmo que este não seja o melhor. Você me ensinou a viver, apenas vivendo. E isso é tudo que me basta pra te amar imensamente até o fim da minha vida! Feliz dia dos pais.
Pode ser que daqui algum tempo, eu escolha alguns caminhos que não vão agradar a todos. Pode ser que eu desaponte você muitas, e muitas vezes. Mais desde pequena eu vejo você lutar, correr e alcançar tudo que você deseja, e mesmo que não alcance, eu nunca o vi desistir. E essa foi uma de todas as coisas que eu puxei de você. Sempre que alguma coisa é importante pra você, você luta por ela; e no seus atos você me ensinou isso. Me ensinou a nunca desistir, me ensinou a sempre escolher o caminho que mais te agrada mesmo que este não seja o melhor. Você me ensinou a viver, apenas vivendo. E isso é tudo que me basta pra te amar imensamente até o fim da minha vida! Feliz dia dos pais.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
- Você ainda gosta dele?
- Não sei, já gostei mais; bem mais!
E era verdade.
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
você de volta.
Peguei o celular, e procurei seu nome na agenda. Liguei, esperando ouvir uma mensagem dizendo que aquele número não poderia receber ligações, mais ao invés disso ouvi o som do telefone tocar me desapontando e desliguei.
Eu nunca, nunca senti tanta a sua falta como agora. É como se você tivesse um lugar marcado aqui em mim, reservado especialmente pra você que me machucou muito quando eu tentei tampá-lo sem sucesso.
Eu não sei, talvez esteja realmente ficando louca, mais... eu parei de pensar em você por algumas semanas e acabei fazendo a maior besteira do mundo. Me desculpe por não ter atendido suas ligações a algum tempo atrás, mais eu realmente estava convencida de que seria melhor sem você, mais eu errei; e estraguei tudo, de novo.
Antes eu pensava ter apenas admiração pela história que nos construímos nesses 3 anos, mais talvez eu sinta mais por você do que eu mesma imaginava. Eu vou entender se for tarde demais, e se você não quiser mais atender as ligações que talvez eu faça. Acho que faria a mesma coisa...
Se me olhasse no espelho agora realmente não me reconheceria. Não pareço tão forte agora.
Me apaixonei pelo irmão da minha melhor amiga. Acho que não fui só eu que errei, ele não é e nunca foi melhor que você! Não me parece um milagre e muito menos uma coisa boa ter decidido de uma vez por todas desistir de você, mais desistir de te esquecer me parece a melhor coisa a fazer agora. Talvez eu erre, e estrague tudo outra vez, mais... é de você que eu sinto falta, e é você que eu quero agora. Me desculpe por tentar apagar você de mim. Eu sinto falta da sua voz me xingando no telefone e do seu jeito idiota e irritante que de algum jeito me fazia sorrir a noite.
a.g
domingo, 11 de julho de 2010
Me desculpem, mais é assim que me sinto.
- Não, eu não tenho namorado. Pra falar a verdade a única coisa que eu verdadeiramente tenho é um medo sem fim que me afunda no imenso buraco negro que tenho no peito, onde era para se encontrar um coração. Eu tenho medo de relacionamentos. Não gosto de dar esperanças para amores que não estou interessada e tenho medo de gostar de amores que não deviam me interessar. É para isso que serve esse imenso escudo que um filho da puta atravessou um dia e passou direto por mim, se penetrando em minha mente e roubando aquela merda de coração, que fugiu por ter tanto medo de sofrer e se apaixonar de novo. Não, hoje eu não amo; eu apenas tenho sonhos e um buraco negro que faz movimentos incansáveis tentando imitar a batida de um coração, machucado e cruel. Quem dera soubesse eu, quando era apenas um espermatozóide que quando saísse para conhecer o mundo, pessoas humanamente falsas, hipócritas e mentirosas me machucariam tanto. Mais é como uma lagarta na árvore. Como você sabe quem seria? Não podemos ir longe mais sempre podemos sonhar! Me desculpe, mais eu não estou interessadas em amores agora. Eu só quero continuar sonhando e tentando defender esse medo incurável até outro sem alma vir e rasgar de novo o meu peito, roubando o que eu já não tenho.
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